Por entre todos os meus pensamentos nascem feridas profundas, negras de paixão que rasgam o meu frágil coração. O meu coração chora e minha alma sente-se perdida!
Meus lábios sorriem e meus olhos dizem-se felizes, mas eu sei o quanto eles sofrem. Só eu sei o quanto eles mentem...
Todo o meu corpo é percorrido por arrepios, arrepios de medo, de tristeza.
Não sei se passará, não tenho certeza...
Mas prometi não chorar, prometi a mim mesma que aguentaria, por hoje. Eu irei aguentar?!
Não, não consigo! Irei quebrar a última promessa! Tão forte pensava ser mas, a fraqueza apodera-se do meu corpo, da minha mente, do meu coração...
Quero gritar, gritar de raiva, de traição, de dor. O grito mais intenso que jamais pode ouvir, esse grito está dentro de mim consumindo o meu corpo. Mas nunca, em tempo algum, ele o saberá. Ele não verá as minhas lágrimas.
Recupero por momentos, apenas para o ouvir pedir desculpas novamente.
- Desculpa-me eu errei!
Olho para ele durante vários segundos, sem abrir os meus lábios. Sei que, se os abrisse, o grito sairia e as lágrimas cairiam pelo meu rosto. Baixei a cabeça, olhando para as minhas Converse pretas.
- Eu ainda te amo. Mesmo depois de tudo que aconteceu, mesmo depois... - Ele não acabou a frase e volto a olhar para seus olhos, ele estava a segurar as lágrimas traiçoeiras. Um pequeno fio de esperança passa pelo meu corpo, mas o grito continua alojado no interior do meu coração.
- Mas agora é tarde, eu não posso voltar a trás e fazer de novo, desta vez correctamente. Esta será a última vez. Desculpa. - Ainda encarando os seus olhos aceno com a cabeça em concordância.
Ele afasta-se rapidamente e, quando desapareceu, o grito saiu do meu peito e as lágrimas caíram copiosamente pelo meu rosto, desfigurado de tristeza...
Era tarde de mais para o perdoar.
Meus lábios sorriem e meus olhos dizem-se felizes, mas eu sei o quanto eles sofrem. Só eu sei o quanto eles mentem...
Todo o meu corpo é percorrido por arrepios, arrepios de medo, de tristeza.
Não sei se passará, não tenho certeza...
Mas prometi não chorar, prometi a mim mesma que aguentaria, por hoje. Eu irei aguentar?!
Não, não consigo! Irei quebrar a última promessa! Tão forte pensava ser mas, a fraqueza apodera-se do meu corpo, da minha mente, do meu coração...
Quero gritar, gritar de raiva, de traição, de dor. O grito mais intenso que jamais pode ouvir, esse grito está dentro de mim consumindo o meu corpo. Mas nunca, em tempo algum, ele o saberá. Ele não verá as minhas lágrimas.
Recupero por momentos, apenas para o ouvir pedir desculpas novamente.
- Desculpa-me eu errei!
Olho para ele durante vários segundos, sem abrir os meus lábios. Sei que, se os abrisse, o grito sairia e as lágrimas cairiam pelo meu rosto. Baixei a cabeça, olhando para as minhas Converse pretas.
- Eu ainda te amo. Mesmo depois de tudo que aconteceu, mesmo depois... - Ele não acabou a frase e volto a olhar para seus olhos, ele estava a segurar as lágrimas traiçoeiras. Um pequeno fio de esperança passa pelo meu corpo, mas o grito continua alojado no interior do meu coração.
- Mas agora é tarde, eu não posso voltar a trás e fazer de novo, desta vez correctamente. Esta será a última vez. Desculpa. - Ainda encarando os seus olhos aceno com a cabeça em concordância.
Ele afasta-se rapidamente e, quando desapareceu, o grito saiu do meu peito e as lágrimas caíram copiosamente pelo meu rosto, desfigurado de tristeza...
Era tarde de mais para o perdoar.
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